Experimentando o famoso pitaya bowl no Kelly's Warung, Bali

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O famoso Pitaya Bowl... Da onde ele surgiu e por que ganhou tanta popularidade se até algum tempo atrás a gente nem conhecia essa fruta chamada Pitaya?! Com certeza a internet - e principalmente o Instagram - ajudaram a divulgar o bowl rosa pink que está fazendo o maior sucesso pelo mundo!

E um dos lugares mais famosos para se encontrar essa fruta é Bali. No Kelly's Warung que é um mix de pousada e restaurante/chill out, você consegue experimentar tanto o bowl quanto o smoothie de Pitaya. E foi o que eu fiz! 

Os dois são muito bons, mas o bowl funciona como um açaí com toppings escolhidos por você - no meu caso escolhi manga, granola, banana e coco ralado - e o smoothie é mais como um suco bem consistente, que você pode tomar puro. Os dois são válidos, mas se você tiver que escolher, vá no bowl!

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SOBRE A PITAYA

Existem 3 variações dessa fruta, a pitaya vermelha, que é rosa avermelhada por dentro e por fora, a pitaya amarela, com casca amarela e branca por dentro, e a pitaya branca, que tem casca rosa e é branca por dentro. Lá, eles usam a pitaya vermelha, mas aqui costumamos ver a pitaya branca. Ouvi dizer que ela é produzida na América do Sul, Israel e China e tem vários benefícios para o nosso organismo! Aproveitem!

Além de regular o intestino, a pitaya funciona como antioxidante, ajuda na digestão e combate doenças cardiovasculares. A pitaya também é conhecida como dragon fruit, ou fruta do dragão por causa da sua casca escamosa. Curioso, né?

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SOBRE O KELLY'S

O Kelly's é uma pousada e restaurante, bem de frente para a praia de Bingin, uma das mais tranquilas de Bali. Eles servem uma variedade grande de alimentos e o clima é surreal de bom. Apesar da comida ser um pouco mais cara do que o normal para Bali, o visual super compensa!

Eu não me hospedei no Kelly's, mas ouvi dizer que não vale a pena. Além de você ficar muito isolado, o preço é mais alto que o normal - e o que eles entregam não compensa. Mas sem dúvidas, vale aquela passada em Bingin Beach para passar uma tarde e terminar no Pitaya Bowl antes de voltar para o seu hotel.

Atualizado: hoje em dia você já consegue encontrar a Pitaya no supermercado Zona Sul, no La Fruteria e no restaurante Balada Mix aqui no Rio! ;)

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Kelly's Warung
Jl. Pantai Bingin - Bingin Beach, Pecatu 80364, Indonesia

Gostaram?

Beijocas,
Mandzy.

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Party Guide: Full Moon Party, em Koh Phangan

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Hoje é dia de contar sobre um dos maiores eventos do Sudeste Asiático, que serve de inspiração para diversas festas ao redor do mundo: a Full Moon Party! Provavelmente você já ouviu falar sobre a festa, que acontece todo mês na ilha de Koh Phangan, na Tailândia, durante a lua cheia. O que você pode não saber é, como acontece na prática, essa festa e é isso que vou contar agora!

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A primeira Full Moon Party aconteceu em 1988 para cerca de 20 a 30 viajantes, de uma forma improvisada. Com o passar dos anos, a festa ganhou fama entre os mochileiros e viajantes de todo o mundo, e hoje conta com 5.000 a 30.000 participantes a cada edição! Surreal! Caso você esteja indo para a Tailândia, procure saber em que dia do mês será a festa para conseguir organizar a ida. Realmente, essa festa é o que move essa ilha - apesar de ser um destino bonito e com outras atrações como parques, bares e outros passeios...

Como eu disse, para participar dessa festa, é preciso ter organização. Você precisa comprar a passagem, reservar um hotel, comprar ingresso da festa - que sim, é paga! - montar um look legal, pensar nos acessórios, enfim! Deu pra entender o trabalho, né? Mas vale super a pena porque você nunca vai ver nada parecido na sua vida! Rs!

Como tudo que é demais também há seus problemas, você tem que ficar bastante atenta em relação às drogas, porque vão te oferecer diversas substâncias ao longo da sua noite. Já cansei de falar aqui que muitos viajantes, principalmente europeus e australianos, participam de festas com esse intuito de ficar bêbado e louco a fim de "dar PT". Como nós brasileiros, somos mais conscientes, e não queremos que nada de ruim aconteça com a gente numa viagem do outro lado do mundo, não custa nada reforçar para ter cuidado!

Além disso tudo, foram relatados muitos casos de assaltos e furtos, tanto a pessoas quanto à acomodações. Tenha cuidado com o que leva, dê preferência para ficar em hoteis mais seguros e arrumados e fique de olho se suas coisas de valor estão com você. Regras básicas! Tem muita gente que dá bobeira por aí...

Minha experiência

Cheguei na ilha com minhas amigas, dois dias antes da festa. Já haviam nos falado que o dia anterior à festa também é animado, mas não sabíamos é que dois dias antes também é bastante animado, o que nos lembrou o período do Carnaval no Brasil. Aliás, participei dessa festa no mês de Fevereiro, então esse foi de fato o meu Carnaval. A Full Moon de Reveillón também é bem famosa, mas no meu caso não conseguiria me deslocar a tempo de chegar para a virada, então deixei para o mês seguinte mesmo.

Os dias são bem calmos na ilha. Você pode fazer trilhas, passeios de barco, pegar sol e relaxar. Guarde suas energias para a noite! As duas noites anteriores serviram como um "esquenta" para a Full Moon, com bastante gente e animação na areia da praia, já no clima de festa, porém num ritmo bem mais leve. É na noite da Full Moon que tudo acontece!

Resumindo minha experiência: nos dias que antecederam a festa, nós demos voltas, buscamos saber os preços de tudo, desde as roupas até as pinturas e bebidas, conhecemos pessoas legais, mas fomos dormir cedo. Eles chamam essas noites de Warm Up Full Moon. Não é super importante que você chegue dias antes, mas eu acho legal para realmente ir sentindo a vibe do lugar!

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Em Koh Phangan, assim como no resto das ilhas da Tailândia, eles têm a tradição de servir as bebidas num baldinho, isso significa que você tem sempre muita bebida em suas mãos! Então tenha cuidado! Normalmente eu dividia com uma amiga, porque era muita quantidade para uma pessoa só! Rs!

Sobre a noite da Full Moon em si... levamos algumas horas nos arrumando, e quando chegamos na areia da praia, que é onde a festa acontece, já estava bem cheia! Tinha uma galera bem louca! No som, tocavam os maiores hits da época e de 2 ou 3 anos anteriores - lá é sempre assim, um pouco atrasado em termos musicais. Mas dá pra curtir muito house, hip hop, electro, reggae!

Estrutura da festa

A estrutura que eles montam é grande. Há luz negra por toda a orla fazendo as tintas brilharem, caixas e mais caixas amplificadoras, diversas barraquinhas de comida e bebida, além dos bares, e é claro, muuuita gente, de todos os lugares do mundo! Pode ter certeza de que você vai ficar parando para conversar, conhecer gente e dançar até o nascer do sol! 

No fim da praia, é onde fica o bar mais legal, chamado na época de Kangaroo Bar. Parece que agora mudou para Mellow Mountain. Esse bar foi construído nas pedras, o que garante um visual bem bonito da praia toda. Terminamos a noite da Full Moon por lá comendo alguma fritura enquanto o vento batia nos cabelos. Depois de satisfeitos, voltamos para o hotel e só pensamos em dormir! :)

Agora você pode conferir algumas das fotos que tiramos ao longo da noite. É claro que não registrei cada detalhe, mas dá pra ter uma ideia do clima da festa e espero que te inspire a conhecer e curtir a festa assim como eu fiz! Eu passei algumas noites hospedada na ilha, mas tem muita gente que fica hospedado em Koh Samui ou Koh Tao, que são as ilhas ao lado, de onde você pega um ferry apenas para curtir a festa e no dia seguinte retorna, também de ferry. Fique à vontade para escolher o que encaixa melhor no seu roteiro!

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Nos dias que sucedem a Full Moon Party, a ilha fica bem mais vazia. Na manhã seguinte você já consegue observar muita gente indo embora, o que gera uma certa deprê, mas ainda assim a ilha oferece coisas para fazer sempre. Como uma tentativa de manter a ilha mais agitada, surgiram outras festas ao longo do mês como a Half Moon Party e a Black Moon Party para quem não consegue estar presente durante a Full Moon. 

Todas essas festas, contudo, foram banidas por um tempo pelo governo, que acredita que esse turismo de gente indo para beber demais e usar drogas não é o tipo de turismo que a Tailândia quer. Mas até onde eu sei, todas as festas voltaram a acontecer. Indico que você pesquise bastante o que estará acontecendo na época da sua ida, pois as coisas por lá são sempre uma incógnita. 

De qualquer forma, acabei ficando mais alguns dias na ilha para explorar o que ela tinha para oferecer além das festas. O por do sol é algo incrível, que você não pode deixar de assistir! Descobri também bares e restaurantes bem legais, parques e trilhas, além de pousadas maravilhosas! Mas isso tudo fica para um próximo post! ;)

Espero que tenha curtido e qualquer dúvida, deixa aqui nos comentários!

Beijocas,
Mandzy.

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Vientiane: super guia de viagem

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Sobre Vientiane

A capital do Laos, com forte influência francesa, só entrou no meu roteiro por ser a porta de saída para a Tailândia, depois da minha estadia em Vang Vieng. Vale a pena caso você tenha tempo livre, pois conhecerá a cultura do país de forma mais real, menos turística.

Em 1 ou 2 dias você já consegue conhecer os principais pontos turísticos em passeios bem agradáveis, pois além de pequena - tem apenas 700 mil habitantes, a cidade tem um quê de cidade de interior - mesmo sendo a maior do país! O rio Mekong é o maior símbolo da cidade, pois o rio a acompanha durante quase toda a sua extensão.

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Um pouco de história

A história do Laos, e principalmente da sua capital Vientiane, não foi nada fácil. Tendo tido independência francesa logo antes da Guerra do Vietnã, o país foi muito oprimido, desde o ataque do exército da Birmânia em 1828. 

Muitos elementos da história laociana se perderam com os ataques. Na capital, apenas um templo budista sobreviveu por inteiro, os outros tiveram que ser restaurados. A boa notícia é que hoje podemos ver toda essa história de perto, uma vez que visitamos Vientiane.  

O que fazer

Parque Chao Anouvong: é um parque as margens do Rio Mekong que você pode visitar logo no início do dia para entender a vibe da cidade. Com espaço para a prática de exercícios ao ar livre, de manhã cedo o pessoal pratica Tai Chi Chuan e mais para o fim da tarde, a vista do por do sol é incrível.

Palácio presidencial: de construção imponente para o país, o palácio fica na principal avenida da cidade, a Lanexang Avenue. Bem recente, inaugurado em 1986 para ser a casa do presidente - que desistiu de morar ali, tem sua arquitetura em estilo francês com detalhes brancos e dourados.

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Patuxai: é o arco do triunfo do Laos. O monumento mais importante da cidade foi construído entre os anos de 1957 e 1962 para honrar aqueles que lutaram pela independência da França, e também para aqueles que perderam suas vidas na Segunda Guerra Mundial.

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É possível subir nele e ter uma visão 360º do centro da cidade, mas fecha bem cedo e por isso não consegui. Com elementos arquitetônicos bastante asiáticos como o telhado de templo, as serpentes “Nagas” e folhas e flores de lótus. O arco fica de frente para uma fonte e um lindo jardim, então vale a pena a visita para algumas fotos. 

Wat Sisaket: construído em 1818, foi o único templo que sobreviveu ao ataque do exército da Birmânia em 1828 - por isso o único que conserva a arquitetura original. Fica ao lado do palácio presidencial e em frente ao templo Haw Pha Kaeo.

Também funciona como museu e escola para Monges locais, conta com mais de 7000 imagens de Buda, além de paredes pintadas.

Haw Pha Kaeo: fica de frente para o Sisaket e é um dos templos mais bonitos, com jardim em estilo francês e funciona como museu nacional da arte religiosa. Esse museu foi construído em 1565 pelo Rei Setthathirsthtem um dos melhores acervos de Budas do país, incluindo o Buda de Esmeralda, que na verdade foi esculpido em jade. 

Alguns anos depois ele foi saqueado pelo Exército do Sião – atual Tailândia - e o Buda de Esmeralda foi roubado e hoje fica no Grand Palace em Bangkok. O templo foi completamente destruído pelo exército da Birmânia e o templo atual foi reconstruído entre 1946 e 1952, quando a região teve uma trégua depois da Segunda Guerra Mundial.

A ideia era que a Tailândia devolvesse o Buda de Esmeralda, mas como gesto de “amizade” o governo tailandês mandou uma réplica de presente para o Laos.

Wat Si Muang: um dos templos mais tradicionais, construído em cima de um templo hindu. É bastante visitado pois sempre conta com monges distribuindo bençãos, além de ser bem localizado.

Pha That Luang: construído em 1566, é o mais importante templo budista da cidade e impressionantemente dourado, feito com meia tonelada de folhas de ouro que cobrem a estupa de 45 metros de altura e as 30 estupas menores. Foi destruído e saqueado diversas vezes até que no século 19 ele foi reerguido pela última vez, com  formato de pirâmide, com três níveis, que representam a subida da terra até o céu, com um piso representando o submundo, o segundo nível o budismo e o terceiro nível o reino do céu.

Reza a lenda que a estupa principal guarda uma relíquia de Buda, uma costela que teria sido trazida de missionários da Índia...

Wat Sok Pa Luang: fica um pouco mais afastado, mas permite um contato mais direto com a cultura local. Caso tenha tempo, visite num sábado à tarde, pois um grupo de jovens monges se reúne para aprender inglês e ter contato com estrangeiros, expatriados e qualquer viajante que tenha interesse em participar de um intercâmbio cultural. Em troca de uma sessão de conversação sobre os mais diversos assuntos com os monges e com a população local, são oferecidas algumas sessões gratuitas de meditação no melhor estilo budista, caminhando pelos jardins do templo sentindo a grama e terra em seus pés, ou esquecendo que tem um corpo físico meditando sentado no templo. Uma experiência de intercâmbio incrível.

Buda Park: é a atracão mais interessante da cidade, apesar de ficar um pouco distante - cerca de 25km do centro, e bem perto da fronteira com a Tailândia. Dá para chegar contratando um tuk tuk, no esquema ida e volta, com o motorista aguardando no local.

Formalmente conhecido com Xieng Khuan, o Buddha Park tem mais de 200 estátuas Budistas e Hindus. O lugar não é um templo, mas um parque recente, construído em 1958 ao lado do Rio Mekong. As representações de Buda mostram as várias formas que ele tem em diferentes países, como o budismo indiano, chinês, tailandês e claro, do Laos. Vá caso tenha tempo. 

Night Market: o mercado noturno de Vientiane não é dos melhores - achei muito bagunçado! -, mas como você não vai ter muito o que fazer à noite na cidade, vale a ida.  Fica as margens do Rio Mekong e dizem que é bonito ir durante o por do sol - eu fui bem à noite mesmo... 

COPE Visitor Center: é uma ONG dedicada à produção de membros e órgãos artificiais para as vítimas de explosivos da Guerra do Vietnã, que continuam causando acidentes até hoje, principalmente nas zonas rurais. O local conta com um centro de visitantes onde a história é contada aos turistas através de fotos e vídeos, com alguns documentários bem impactantes, que mostram como a pobreza do país leva crianças a trabalharem como "caçadores destes artefatos não detonados, arriscando suas vidas para vendê-los por quilo ao ferro velho". 

Quando ir

Assim como indicado para conhecer as cidades de Luang Prabang e Vang Vieng (até porque você não vai ao Laos apenas para visitar Vientiane), a melhor época para ir é durante o período das secas, entre Novembro e Fevereiro.

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o que & onde comer

Os cafés laocianos possuem grande destaque na capital. Não deixe de experiementar um café da manhã ou da tarde numa Bakery House, ou apenas entre para usar o wi-fi e comer um croissant, mas não deixe de ir!

Little House Cafe: um café super aconchegante e decoração rústica com opções orgânicas.

Kong View Restaurant: restaurante na beira do rio Mekong, com clima super receptivo. Ideal para beber um vinho ou drink como acompanhamento a um dos pratos locais ou internacionais. Eles possuem um mix que agrada tanto habitantes locais quanto turistas.

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O que levar

O calor de Vientiane pode ser bem preocupante entre às 11h da manhã e às 15h. Leve roupas bem levinhas e não esqueça de incluir:

  • Chapéu ou boné para proteger o rosto

  • Hidratante corporal - para as mãos também!

  • Shorts

  • Camisetinhas

  • Protetor solar e protetor labial

  • Sandálias rasteirinhas é o que você mais vai usar por lá

  • Batas e vestidinhos, tudo bem fresquinho

  • Dinheiro em mãos

Onde se hospedar

Bloom Boutique Hotel & Cafe: possui um restaurante que oferece comida italiana e asiática, os quartos são bem equipados e o café da manhã bem servido.

Dhavara Boutique Hotel: bem próximo ao rio Mekong, é uma acomodação mais luxuosa e bem equipada. Alguns quartos possuem varanda para o rio e banheira. Também tem um restaurante interno que serve o melhor da culinária laociana.

Salana Boutique Hotel: o hotel com melhor localização, bem central. Estilo arquitetônico típico laociano, ideal para quem quer viver a experiência completa. O hotel oferece restaurante e spa, além de quartos bem equipados e tem vista para o rio Mekong.

Green Park Boutique Hotel: considerado um oásis, em local tranquilo e agradável. Possui as melhores facilidades: piscina, jacuzzi, academia, bar, restaurante e varandas privativas. Por ser mais reservado, atende pessoas famosas e políticos da região, além de empresários e pessoas que buscam fazer negócios.

Como se locomover

A pé: para quem gosta de caminhar, dá para conhecer todo o centrinho a pé em apenas um dia.

Bike: para chegar ao Pha That Luang, que fica a 4km do centro.

Tuk tuk: para chegar no Buda Park.

Como chegar

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Avião: a malha aérea do Laos é bem limitada ao aeroporto de Luang Prabang, principalmente se tratando de viagens internacionais. Mas há vôos diários para Vientiane saindo de de duas capitais: Kuala Lumpur, na Malásia e Bangkok, na Tailândia. 

Ônibus: para quem prefere iniciar a viagem por Luang Prabang (como foi o meu caso), de lá saem diversos ônibus diários para a capital do Laos, inclusive em viagens noturnas, com "camas" individuais. Não é tão confortável, mas vale a pena.

Trem: se você está vindo ou indo para a Tailândia, o trem noturno também é uma boa opção. Fiz o trajeto Vientiane - Bangkok num trem noturno, também com camas individuais. Achei ok!

 

Informações úteis

  • Para entrar no Laos é necessário fazer na chegada ao país o visto on arrival, antes da imigração. Não esqueça de levar uma foto 3×4.

  • Não existe exigência específica de nenhuma vacina, como ocorre em outros países do Sudeste Asiático. Mas se você já tiver a vacina da Febre Amarela e da Malária, acho mais segura a visita!

  • Lembre-se que os templos são lugares sagrados, onde é proibido entrar calçado, usando camisa sem manga, shorts, saias acima do joelho e blusas sem manga, decotadas. Uma solução para os que vão desprevenidos são os sarongues, pedaços de tecidos que cobrem a parte inferior do tronco e podem ser removidos logo após a visita.

  • O Laos é um país bem barato, por isso tem se tornado o queridinho dos mochileiros. Dá para fazer uma refeição completa por 30.000 KIPs (R$12,00), uma cerveja BeerLao de 600ml por 10.000 KIPs (R$3,80). 

  • Vientiane, a maior cidade do país, tem pouco mais de 700 mil habitantes, geralmente é uma cidade de passagem, mas em um dia dá para conhecer o que mais interessa na cidade.

  • A moeda oficial do Laos é o KIP e 1 real vale aproximadamente 2.637 KIPs. O Baht da Tailândia também é aceito livremente, o que é uma boa para quem vem de lá e ainda está com dinheiro tailandês sobrando no bolso.

  • A melhor moeda para levar para o Laos é o Dólar Americano, que também é aceito em muitos lugares. Cartões de crédito das principais bandeiras também são aceitos normalmente.

  • Não é proibido beber na rua, mas é considerado falta de educação grave.

  • A maioria dos hotéis tem internet wi-fi, mas a velocidade não é grande coisa, mas vamos lembrar que o Laos é um dos países mais pobres do mundo.

  • A maioria dos pratos não se come de garfo e faca, mas de garfo e colher. A colher faz a vez da faca na hora de arrumar a comida no garfo, em geral são pratos que não tem muito o que cortar, como os pratos de arroz.

  • Nunca entre na casa de alguém, nos templos e até mesmo no hotel usando sapatos. É uma das gafes mais feias que alguém pode cometer no Laos. Na porta dos hotéis, inclusive, fica um armário para deixar seus sapatos. Muitos hotéis fornecem chinelos para serem usados só dentro do quarto e áreas em comum.

Qualquer outra dúvida, pode deixar aqui nos comentários, ok? ;)

Beijocas,
Mandzy.

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