Tailândia: infos, roteiro & dicas

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Que a Tailândia é um dos destinos mais cobiçados do momento a gente já sabe! Mas agora, quais são suas prioridades ao visitar o país? Relaxar num resort ou correr para conhecer o máximo que conseguir? Sentir um friozinho no Norte ou calor nas ilhas?

No meu caso, tentei sim conhecer o máximo possível, mas também tive que fazer algumas escolhas - escolhas de uma menina de 24 anos, viajando com uma amiga por 3 meses pela Ásia, ou seja, nada de muito luxo... Mas o suficiente para curtir muito e adquirir doses e doses de história e cultura de um país tão diferente do nosso... Confere aqui!

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Sobre a Tailândia

Também conhecida como Sião, a Tailândia tem em Bangkok sua capital e cidade mais populosa. Quem não conhece um pouco da loucura de Bangkok através dos filmes, não é mesmo? Thais significa independência mas também é usado para se referir ao grupo étnico do povo tailandês. É um país de clima tropical que faz fronteira com Mianmar, Laos, Camboja e Malásia. 

O seu governo consiste em uma monarquia constitucional sob uma junta militar. Ou seja, é um país governado por um rei, chamado Bhumibol Adulyades, super querido pelos tailandeses por diversos motivos, inclusive por ser um defensor de todas as religiões. Já está no poder há anos e em todos os lugares podemos ver imagens do Rei como se fosse um Deus adorado. 

A população total é de 66 milhões de habitantes, sendo 85% budistas. O budismo predominante é o Teravada, mais tradicional, diferente do budismo Zen, por exemplo, mais presente no Japão e do Kadampa, que é conhecido como o budismo moderno. O calendário oficial da Tailândia é baseado na versão ocidental da era budista, que está 543 anos à frente do calendário gregoriano que usamos no Brasil. 

Durante a segunda guerra a Tailândia foi uma grande aliada do Japão, em 1997 passou por uma crise financeira mas até hoje consegue destaque no turismo por possuir uma das culturas mais ricas do mundo, além do reconhecimento na gastronomia. Infelizmente o pornô também faz parte das estatísticas de turismo no país e isso fica bem claro em cidades como Bangkok e Phuket.

Os Estados Unidos são o principal parceiro econômico da Tailândia seguidos pelo Japão e pela Europa. É um dos maiores países exportadores de arroz e também de cana de açúcar. Exportam também produtos como computadores, sapatos, joias, brinquedos e produtos de plástico. 80% da energia consumida no país provém de combustíveis fósseis

A taxa de alfabetização é de 93,5% e como o turismo é bastante forte, muitos falam o inglês apesar do sotaque (diferente da indonesia onde muitos que trabalham com turismo nem falam inglês). No esporte, grande destaque para o boxe tailandês (muay thai), "arte dos 8 membros", arte marcial criada há mais de mil anos, considerada uma das mais poderosas lutas do mundo, pela explosão de golpe e agilidade. No Brasil vemos muita gente praticando hoje em dia!

Um tsunami no Oceano Índico, em 26 de dezembro de 2004 com ondas de 30 metros, afetou indonesia, Sri Lanka, índia, Tailândia e Maldivas, num total de 14 países deixando mais de 230.000 mortos entre 8,3 e 10 minutos com magnitude de 9,1 e 9,3, o terceiro maior da história. Até hoje podemos ver os efeitos da devastação no turismo, já que muita coisa foi destruída principalmente nas ilhas: hotéis, restaurantes, e toda a infra estrutura de cidades costeiras. Se você está indo para o Sul da Tailândia, você verá! :(

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O roteiro

A Tailândia é um país enorme, com muita coisa pra conhecer! Há ilhas super povoadas e outras bastante desertas, então a primeira coisa é você saber qual o seu estilo de viagem. Depois, é preciso ir com bastante planejamento pois não dá para fazer tudo...

Meu roteiro foi o seguinte: Krabi - Koh Phi Phi - Phuket - Bangkok - Chiang Mai - Pai - Chiang Mai - (Laos) - Bangkok - Koh Tao - Koh Panghan - Koh Tao - Bangkok - (Camboja) - Bangkok 

Tudo isso no período de 6 semanas. No total foram 4 semanas na Tailândia, 1 no Laos e 1 no Camboja. E o motivo de eu ter voltado para Koh Tao é que eu realmente me apaixonei por essa ilha! Foi a minha favorita, não muito lotada e bem bonita. Foi o lugar em que eu assisti ao por do sol mais lindo e onde eu mais me diverti nas festas! 

Dia 1: Chegada em Krabi

Dia 2: Krabi Aonang Beach

Dia 3: Krabi – Koh Phi Phi

Dia 4: Koh Phi Phi Viewpoint

Dia 5: Koh Phi Phi Long Beach

Dia 6: Koh Phi Phi Maya Bay (Entire Day Tour With Big Boat)

Dia 7: Koh Phi Phi – Phuket Patong Beach

Dia 8: Phuket

Dia 9: Phuket – Bangkok

Dia 10: Bangkok Grand Palace + Wat Phra Kaeo + Wat Pho

Dia 11: Bangkok Shopping + Khao San Road

Dia 12: Bangkok Wat Arun + Chatuchak Weekend Market

Dia 13: Bangkok – Chiang Mai

Tour pelo old city center a pé, com alguns templos. Jantar à noite na rua principal.

Dia 14: Chiang Mai

Tour Elephant Camp + Orchid and Butterfly Farm + Karen Long Neck Tribe + Tiger Kingdom + Night Market

Dia 15: Chiang Mai Wat Phra That Doi Suthep

Dia 16: Chiang Mai – Pai

Dia 17: Pai Tour por Pai + barzinhos

Dia 18: Pai Chill + passeio pelo centrinho de pai

Dia 19: Pai – Chiang Mai Chiang Mai Sunday Market (o melhor)

Dia 20: Chiang Mai - Laos

Dia 21: Laos - Bangkok

Dia 22: Bangkok - Koh Tao

Dia 23: Koh Tao

Dia 24: Koh Tao

Dia 25: Koh Tao

Dia 26: Koh Tao – Koh Phangan

Dia 27: Koh Phangan

Dia 28: Koh Phangan Full Moon Party

Dia 29: Koh Phangan - Bangkok

Dia 30: Bangkok

No geral, achei um bom roteiro para uma primeira ida à Tailândia, mas atenção: nele não está nenhuma ilha paradisíaca daquelas isoladas que vemos em filme. O meu roteiro foi bem básico, passando pelos principais pontos turísticos da Tailândia, mas sem hospedagens em resorts. É claro que se eu for retornar agora, vou escolher um outro roteiro, provavelmente mais tranquilo.

Ah, e um destino que eu resolvi pular, mas que também é bem procurado, é Koh Samui! E um destino que não estava no roteiro, mas que eu amei conhecer é Pai, ao lado de Chiang Mai, no norte da Tailândia! ;)

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Dicas

• Brasileiros não precisam de visto para entrar na Tailândia, mas é necessário levar o Certificado Internacional da vacina contra a Febre Amarela!

• Mesmo fazendo calor é necessário estar com os braços e as pernas tampadas para poder entrar nos templos. 

• Tente tomar só água mineral engarrafada e evite o consumo de gelo. No caso de sucos, não tem jeito, você vai ter que arriscar na água!

• A primeira coisa que fiz quando cheguei na Tailândia foi comprar um chip local. É algo muito simples e não custa caro.

• Em casos de emergência na Tailândia, você pode entrar em contato com a Embaixada pelo Plantão Consular (no país: 081-906 4238; fora do país: +66-81-906 4238). 

• Assim como em outros países, o passaporte deve ter, pelo menos, seis meses de validade.

• Caso você esteja indo para as ilhas, não perca a Full Moon Party em Koh Phangan! É só olhar a data da lua cheia e se planejar... vale a pena pela experiência! 

• O principal meio de transporte na Tailândia como um todo é o tuk tuk. Digo isso, porque nas ilhas, por exemplo, muitas vezes não é possível transitar de carro ou taxi, então você terá que recorrer ao tuk tuk, moto ou bicicleta.

• Última dica, mas não menos importante: cuidado com os golpes! Em qualquer lugar, a qualquer momento, desconfie do que estão te falando. Há muitos tailandeses mal intencionados, querendo tirar proveito de turistas. Mas nós, brasileiros, costumamos ser mais espertos que isso! ;)

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Me ajuda curtindo, compartilhando e comentando aqui embaixo. Qualquer dúvida, estou disponível! 

Beijocas,
Mandzy.

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Austrália: infos, roteiro & dicas

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Wominjeka! Bem vindo à Australia, o país queridinho de nós, brasileiros! A julgar pelo clima, pelo estilo de vida... sim, a Austrália tem muitas semelhanças com o Brasil... mas por outro lado em questões de qualidade de vida e segurança, não tem como comparar, né? :P

Existe ainda outras diferenças que separam os dois países e que nos fazem cada vez mais querer explorar e viver na Austrália - eu já estou querendo! Rs! É difícil sair de lá sem pesar essas qualidades... Vem conhecer! 

Sobre a Austrália

A Austrália é um país localizado na Oceania, entre os oceanos Pacífico e Índico. Sua extensão territorial é de 7.713.364 quilômetros quadrados, considerado o sexto maior país do planeta, com área inferior apenas à da Rússia, Canadá, China, Estados Unidos e Brasil. Apesar de sua extensão, a maior parte interna não é habitável - e também não possui atrações!

É uma Monarquia Constitucional Parlamentarista tendo como primeiro-ministro Malcolm Turnbull desde 15 de setembro de 2015. É dividido em 6 estados e 3 territórios. O país é cortado pelo Trópico de Capricórnio: uma porção do território situa-se na zona climática intertropical (porção norte), a outra parte (porção sul), está situada na zona climática temperada do sul.

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A população australiana totaliza 21.292.893 habitantes, sendo que a maioria reside em áreas urbanas (89%); a densidade demográfica é baixa – 2,7 habitantes por quilômetro quadrado, portanto, o país é pouco povoado. O idioma oficial é o inglês, vindo dos ingleses, que colonizaram o país no século XVIII, ou seja, é um país muito novo!

Sydney costuma ser confundida com a capital da Austrália, que na verdade é Camberra. A metrópole com cerca de 4,8 milhões de habitantes é a maior do país e concentra cerca de 20% da população nacional, e mesmo não sendo a capital, em alguns aspectos é quase como se fosse. 

Apresenta grande diversidade de paisagens, caracterizadas por florestas tropicais, desertos, montes nevados e praias. Ao longo da costa do nordeste fica a formação de corais mais importante do planeta, a Grande Barreira de Corais.

A economia é uma das mais desenvolvidas do mundo. De acordo com o Fundo Monetário Internacional (FMI), a Austrália possui a 17° maior economia global. O país destaca-se pela exportação de carvão e por ser grande produtor de minério de ferro ouro, bauxita, chumbo, níquel e manganês.

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Os setores financeiro, industrial e comercial também são destaques na economia do país, uma vez que a indústria se apresenta bem diversificada: atuando nos seguimentos de alimentos, máquinas, equipamentos, química, metalúrgica, siderúrgica, petroquímica, entre outros.

Em 2009, o Produto Interno Bruto (PIB) da Austrália atingiu 1 trilhão de dólares e o PIB per capita foi de 45.590 dólares. Em contrapartida, os aborígenes, os índios da Austrália, vivem em condições precárias e reivindicam melhores condições. Ultimamente o governo tem aberto mais os olhos para esse povo, que por muito tempo ficou esquecido e tratado com indiferença. Nas grandes cidades é bem difícil vê-los circulando...

Na Austrália, tanto a internet como certos meios de transporte são caros. Não só porque a população ganha bem, mas sim porque a construção e as novas tecnologias envolvem um investimento grande. Levar a internet para um país muito desabitado gera um custo grande per capita, assim como construir uma linha de trem para um aeroporto que só turista vai usar. Quando começamos a pensar dessa forma, as coisas vão fazendo sentido...

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Roteiro

Normalmente quando visito um país, tento passar por diversas cidades, explorando cada particularidade delas para depois, criar a imagem do país na minha cabeça. No caso da Austrália, eu tinha sim o objetivo de conhecer diversas cidades como Melbourne, Cairns, Perth... mas tive que fazer uma escolha, pois viajar na Austrália sai bem caro. Sendo assim, preferi passar 3 meses viajando pela Ásia do que 1 mês ou menos viajando pela costa nordeste da Austrália!

Dito isso, o que eu consegui fazer de roteiro foi: um grande tempo em Sydney - cerca de 2 meses explorando cada cantinho e vivendo como uma local, trabalhando, estudando, malhando... e no final dei um pulo em Melbourne de 3 dias com o objetivo de conhecer a Great Ocean Road, uma das estradas mais bonitas do mundo!

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Como eu sei que quase ninguém vai querer passar tanto tempo em Sydney, e pelas minhas pesquisas anteriores sobre a Austrália, sugiro o seguinte roteiro:

- Mínimo de 1 semana (ou 7 noites) em Sydney: para conhecer os principais pontos turísticos, tirar foto com koala, e é claro, se recuperar do jet lag

- 5 noites em Melbourne: dessa forma dá para conhecer a cidade e ainda fazer o passeio pela Great Ocean Road com calma e curtindo bastante.

- 4 noites em Perth: se você vai para o outro lado da Austrália, nada mais justo do que ter 5 diazinhos para curtir a cidade, né?

- 1 semana a 10 dias viajando de Cairns a Brisbane: ou vice-versa, passando pela Grande Barreira de Corais, Gold Coast e outros spots famosos e incríveis da Austrália.

E mais alguns dias se você quiser se aventurar no Outback, o deserto australiano. Sendo assim, tire de 20 a 30 dias para conhecer a Australia caso você queira ter uma ideia geral do país a partir de diversas cidades. Esse era o meu plano principal, mas às vezes também é bom mudar os planos, né?

Fora isso, agora tenho um motivo para retornar à Australia e pretendo fazer isso em breve! Por enquanto, você pode acompanhar os posts sobre Sydney e Melbourne aqui no blog!  ;)

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Dicas

A segurança na Austrália é algo de surpreender a qualquer um! Brasileiros então, podem se chocar... Você não vai se sentir amedrontada em quase nenhuma situação, apesar de acontecerem casos isolados de estupro e assalto. Procure não andar sozinha de madrugada em locais desconhecidos e pronto! Você estará segura!

* Compras: a Austrália é um país muito caro no que se refere à compras no geral. Compare preços nos supermercados... Procure lojas mais baratas para não se assustar com preços. Para roupas de dia a dia indico a Glassons, a Cotton On e a Factorie, minhas preferidas! Zara, por exemplo, não compensa!

• Ao chegar a cada cidade, pegue aquelas revistas com dicas do lugar, elas possuem vouchers preciosos de descontos.

• Na entrada ao país, nem sempre o passaporte é carimbado. Caso você queira ter um carimbo de sua chegada/saída, peça ao oficial da imigração. 

• A Vacina de Febre Amarela é necessária para entrar na Austrália e a carteira de vacinação internacional pode ser exigida pelo oficial de imigração na chegada ao país.

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A moeda utilizada na Austrália é o dólar australiano (AUD) e não é tão fácil de ser encontrado para compra no Brasil. Se você pretende comprá-lo em território brasileiro, faça uma reserva na casa de câmbio com certa antecedência!

A Austrália utiliza a mão inglesa (lado direito), então olhe para o lado correto ao atravessar uma rua ou pegar um ônibus. Quem quiser dirigir no país, além da CNH brasileira deve ter a carteira internacional (PID), que é traduzida para o inglês, e redobre a atenção na hora de dirigir!

• Ao entrar em estabelecimentos que vendem bebidas alcoólicas, é muito normal pedirem um documento que comprove a maioridade (18 anos). Esse é um procedimento padrão, feito, principalmente, em bares e casas noturnas. Há locais que não aceitam documentos brasileiros, então para prevenir saia com o passaporte.

É comum sofrer com o jet lag, ter sono em horários "fora do comum” ou acordar muito cedo nos primeiros dias pós-viagem. Então, na hora de programar o roteiro de sua viagem, reserve também um tempo para descansar nos primeiros dias.

A fiscalização é bem mais severa que no Brasil, assim como a aplicação de penalidades. Beber e fumar em locais públicos pode ser proibido, então esteja sempre atento às placas ao redor. Atravessar uma rua fora da faixa ou em momento impróprio, fumar em local fechado ou colocar os pés no assento do trem são atitudes que podem gerar multa, por exemplo.  

Há restaurantes que fecham a cozinha em torno das 20h30/21h, então evite jantar tarde. O comércio não costuma fechar tarde também, muitas lojas fecham às 17h/18h. Às quintas-feiras, é natural que o comércio funcione até mais tarde em várias cidades australianas. 

Os supermercados não vendem bebidas alcoólicas; caso deseje comprá-las, você deverá ir a uma Liquor Store, que são estabelecimentos especializados em bebidas com álcool. Nessas lojas há uma enorme variedade de produtos; cervejas, vinhos, sidras, destilados etc. Estar com um documento de identificação é sempre bem-vindo ao entrar em um local que vende bebidas. 

 A rede elétrica na Austrália é de 220/240V e suas tomadas têm três pinos chatos, sendo dois pinos "tortos" e um vertical. Provavelmente você irá precisar de um adaptador de tomadas para recarregar seus dispotivos eletrônicos! ;)

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• Na Austrália você pode beber água da bica - e há vários bebedouros espalhados onde você pode encher as garrafinhas. Os australianos costumam ser muito saudáveis no geral e fazem bastante exercício na orla da praia. 

Compre no mercado um chip australiano para poder usar a internet - e com ela GPS para não se perder. Você pode encontrar chips nos mercados como Cole's ou Woolworths, a maior rede da Australia. Passando no mercado, não esqueça de comprar Tim Tam's, os chocolates mais famosos do país. Realmente vale a pena experimentá-los! Hmmm...

• Ah, e praticamente todas as praias tem piscinas públicas gratuitas. É mais seguro que o mar e geralmente são feitas com água do mar. Além disso, tem muitas praias artificiais espalhadas pela Austrália com areia, salva-vidas e piscina com água doce. 

• Antigamente não era permitido vender bebida alcoólica como nos dias de hoje. Para ter acesso à bebida, apenas hotéis tinham direito à licença para vender bebida alcoólica. Então os bares criavam "acomodações" apenas para poder ter acesso a essa licença. Os quartos não eram nem utilizados na maioria das vezes. Dai veio o nome hotel que na verdade hoje são pubs ou bares que continuam com o nome hotel até hoje! Rs!

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Gostou das dicas? Você vai A-MAR a Austrália! Boa viagem! 

Beijocas,
Mandzy.

 
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Passeio de um dia em Ubud, Bali

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Ubud é como se fosse a serra da ilha de Bali. Se você quer agito, fique no centro da cidade, entre Kuta e Seminyak. Se você quer descanso, vá para Ubud. Como eu estava mais na vibe do agito, acabei não me hospedando em Ubud, mas tirei um dia inteiro para conhecer a cidade, com um motorista super gente boa que conheci por lá. 

Bali tem disso: os próprios taxistas fazem passeios turísticos com você para onde quiser. No nosso caso, o Ngurah, acabou virando o nosso motorista oficial de Bali e levava a gente para todos os cantos, era só marcarmos com uma certa antecedência. Vou deixar o contato dele no final desse post para quem estiver indo. 

O que você pode e deve visitar em Ubud: o Palácio, o Templo Pura Taman Saraswati e a Floresta Sagrada dos Macacos (ou Monkey Forest). O que não é obrigatório, mas vale a visita: uma hora de spa ou aula de yoga, uma visita à feirinha local e a passagem por uma plantação de arroz ou terraço de arroz, como eles chamam. O Tegalalang é o mais famoso. Não conseguimos ir nesse...

O leste da Ilha tem muito a ser explorado. Caso você tenha tempo, pode visitar também: Palácio de Klungkung, templo da caverna de morcegos, Pura Goa Lawah, restaurante Mahagiri, em Rendang. O Pura Besakih é o maior templo de Bali e depois você pode ir a Penelokan, mais ao norte, para ter uma vista do vulcão Batur. Para finalizar, tem também os templos de Tampaksiring: Gunung Kawi e Tirta Empul

Deu pra sentir a quantidade de coisas para fazer em Ubud, né? Se você tem um espírito menos praiano, reserve alguns dias nessa região e explore bem o que ela tem a oferecer. No caso de ir passar apenas um dia como eu, selecione bem os passeios que te interessam! Vou deixar algumas fotos aqui do que vivenciamos nesse dia na serra. Espero que gostem!

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Eu já quero voltar para Ubud e poder fazer os outros passeios que não consegui da primeira vez. Alguém aí explorou Ubud melhor? Me contem nos comentários!

Beijocas,
Mandzy.

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