8 DICAS PARA VISITAR A ACRÓPOLE SEM CAIR EM FURADAS

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Então você está com uma super viagem para a Grécia programada, não está aguentando de ansiedade e é claro, vai passar pela cidade mais importante do país! Você já ouviu falar na Acrópole, no Partenon… pode até ter lido diversas dicas em blogs e revistas sobre a história da Grécia, certo?

Mas será que alguém te deu dicas específicas para a sua visita a Acrópole? Algo como os DO's AND DONT's do sítio histórico? Hmmm talvez não! Bem, foi exatamente com esse intuito que eu resolvi escrever esse post. Vem ler que eu quero te salvar de furadas!

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Sobre a Acrópole

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A Acrópole é o ponto turístico mais importante - aquele cartão postal de Atenas - que significa “cidade alta”. Fica a 150m acima do nível do mar e abriga os principais templos e teatros construídos a partir do século V a.C. É lá que está o templo mais importante de Atenas, o Partenon, na parte mais alta, e consequentemente mais próxima do céu.

Eu amava as aulas de história na escola. História sempre foi a minha matéria favorita, e viajar nos permite voltar para a escola ao mesmo tempo em que estamos aprendendo muito mais no local em que as situações aconteceram. Minha sugestão é que você tente ler um pouco sobre a mitologia grega antes de fazer essa viagem!

Outro fato importante é que Acrópole de Atenas foi saqueada e destruída por anos. Alguns dos monumentos foram e vem sendo reconstruídos. A área da Acrópole é enorme, então tem muita coisa pra ver… se prepare para andar por alguns quilômetros e subir muitas escadas.

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Dica 1: Chegue cedo

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Recomendo fortemente que você chegue cedo, entre 7h e 8h da manhã, caso não tenha comprado o ingresso online. Eu mesma cheguei às 8h e já tinha uma pequena fila na entrada do local. Mesmo assim consegui entrar tranquilamente e ver algumas partes da Acrópole antes de começar a lotar de gente, o que aconteceu por volta das 10h da manhã.

Para chegar na Acrópole de Atenas, basta pegar o metrô da linha vermelha, até a estação Akropoli. A entrada fica na rua Dionysiou Areopagitou, perto da saída da estação, e do outro lado da rua fica o Museu da Acrópole.

Importante! É possível comprar o ingresso combinado que dá direito à visita à Acrópole e algumas outras atrações espalhadas pela cidade, tanto na entrada da Acrópole quanto na entrada do Templo de Zeus. A minha entrada custou cerca de 40 euros (preço de alta temporada) com direito à entrada em 7 sítios.

Você pode preferir visitar o Templo de Zeus primeiro, já que não tem tanta fila para garantir os ingressos e já chegar na Acrópole mais tarde com o ingresso comprado. Porém, quanto mais perto da hora do almoço, mais cheia ela estrará… Leve isso em consideração.

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Dica 2: Não use sapatos escorregadios

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Dica que ninguém me passou, mas acho importantíssimo passar adiante: as pedras de mármore que formam o piso de grande parte da Acrópole são super escorregadias!

Fui com um sapato bastante confortável da Anacapri e minha amiga foi com um tênis naquele estilo sapatênis. Nós duas tínhamos que nos segurar uma na outra em alguns momentos, e minha amiga chegou a cair ao descer escadas de mármore na saída da Acrópole.

O tombo dela até nos rendeu boas risadas depois do episódio por conta dos roxos que ficaram marcados bem na bunda dela por quase 3 semanas. Mas no momento da caída, ela reclamou bastante de dor - e ninguém quer passar por isso, não é mesmo?

Procure um calçado com solas antiderrapantes para garantir sua segurança durante a visita.

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Dica 3: Leve um lanchinho e uma garrafa d'água

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Nesse momento você já deve estar imaginando que não há NADA para comprar dentro da Acrópole, certo? Nenhuma barraquinha, lojinha ou vendedor ambulante, NADA. Leve isso em conta antes de chegar lá.

Pode ser que o seu hotel ofereça um café da manhã reforçado ou que você escolha algum café na rua para fazer uma refeição e você chegue na Acrópole sem fome alguma. Mas se você é como eu e tem fome a cada 3 horas, saiba que o processo inteiro de visita à Acrópole pode levar de 3 a 5 horas, então garamta suas frutas, barrinhas, biscoitos…. e o mais importante: não se esqueça de levar ÁGUA.

Minha visita foi durante o verão, em pleno mês de Julho na Europa, o que quer dizer que fazia um calor de aproximadamente 40 graus. Tudo bem se você mora no Rio de Janeiro e já está acostumada com essa temperatura, mas lembre-se que turistar num local sem sombras pode ser um pouco pior. E aí vamos combinar? A água sepre dá aquela salvada!

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Dica 4: Não vá de saia ou vestido

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Um calor de 40 graus pede o que? Um vestidinho bem fresco, certo? Errado! Esse era o meu primeiro dia da viagem e eu não tinha pensado na possibilidade de ventos fortes, afinal estava muito quente. Como a Acrópole fica numa colina, a 150 metros acima do nível do mar, os ventos podem estar presentes sim, mesmo durante o verão.

Por isso indico que você vista shorts ou bermudas com camisetas, ou então uma calça legging num look estilo academia, o que não é muito minha vibe quando estou viajando, confesso! Rs!

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Dica 5: Visite o Museu da Acrópole

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Construído apenas em 2009 todo em vidro, o museu conta a história da Acrópole de forma bem interativa. Dá para passar um dia inteiro lá tentando entender cada detalhe, e aproveitando para almoçar lá dentro mesmo, no restaurante com vista privilegiada para a Acrópole!

E olha que máximo: durante a construção do museu, foram encontradas ruínas arqueológicas no subsolo, logo na entrada do museu, que fica na frente da Acrópole. Para preservar a descoberta, parte das ruínas foi isolada com vidro, então conseguimos observar a história aos nossos pés.

Algumas pessoas sugerem que a visita ao Museu da Acrópole seja feita antes da visita à Acrópole em si, pois dessa forma você consegue entender e aproveitar melhor toda a história e construção da cidade alta quando estiver lá.

Ah, mas fica de olho porque o museu não abre às segundas. Mais informações aqui no site!

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Dica 6: O que ver na Acrópole?

Você chegou na Acrópole, sem guia, sem nada. E agora, por onde começar?

As Acrópoles serviam originalmente como proteção contra invasores de cidades inimigas, e quase sempre eram cercadas por muralhas. Com o tempo, passaram a servir como sedes administrativas civis ou religiosas. Por isso, há diversos monumentos dentro dessas cidades, onde emergiram as características mais essenciais da identidade européia: democracia, filosofia, teatro, ciência e artes.

De fato há um caminho intuitivo para ser seguido, ou então você pode apenas deixar ser guiada pela multidão. Todos os monumentos estão sinalizados com placas, trazendo uma pequena explicação sobre a história e mitologia. Mas vou destacar aqui alguns monumentos que você não pode deixar de prestar atenção:

· Teatro de Dionísio: o mais importante dos teatros da Grécia antiga, é considerado o berço do teatro ocidental e da tragédia. Esse teatro fazia parte de um santuário dedicado ao deus do vinho, Dionísio, que se estendia ao sul. Inicialmente os espectadores se acomodavam na própria encosta, depois foram instaladas arquibancadas em madeira, e em seguida, de pedra - forma em que vemos hoje.

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· Odeão de Herodes Ático: é o outro teatro que a Acrópole abriga, com capacidade para 5.000 pessoas e diâmetro de 97 metros. Foi construído no período de dominação do Império Romano, em 161 d.C, por isso a semelhança com o Coliseu de Roma - o que acaba sendo bem mais imponente que o Teatro de Dionísio. 

Diferentemente do Teatro de Dionísio, não é possível acessar o Odeon por dentro, mas apenas vê-lo de cima. Até os dias de hoje é usado para algumas cerimônias. Dá pra acreditar que o Coldplay tocou lá? Fico imaginando como deve ter sido incrível participar desse show!

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· Stoa de Eumenes: era uma stoa, uma espécie de corredor ou pórtico coberto, da Acrópole de Atenas, situada entre o Odeão de Herodes Ático e o Teatro de Dionísio. Foi construída sobre uma encosta, dependendo portanto de um muro de contenção sustentando os pilares e arcos.

Foi construído com fachada original toda em mármore por Eumenes II, rei de Pérgamo, que governou entre 197 e 159 a.C. e destruída pelos Hérulos em 267. Os Hérulos foram um povo germânico originado do sul da Escandinávia, que invadiu o local.

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· Santuário de Asclépio ou Asclepieion: para os gregos, os santuários eram dedicados às divindades médicas, onde a pequena população se encaminhava à procura de ajuda divina para problemas de saúde.

Asclépio, com poder de ressussitar os mortos, se tornou o semideus da medicina e até hoje é referência para entendermos a história da medicina. E ao pensar que essas ruínas se referem ao primeiro modelo de hospital da história?

Diz a mitologia que quando Asclépio desapareceu, Higia, uma de suas filhas, foi transformada na deusa da saúde, o símbolo frágil, poético e sedutor da felicidade, enquanto Panaceia, sua outra filha, representa o tratamento da doença.

A simbologia é super atual e deu origem às palavras higiene: arte da saúde, a da prevenção da doença e da promoção da saúde, e Panaceia: o tratamento e a cura da doença. Achei demais!

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· Propileus: nada menos que a entrada monumental no rochedo sagrado, ou seja, o portal de entrada na cidade em si. Para os gregos, a palavra propileu significava um simples sala de receber na entrada de um santuário e propileus quando era uma entrada mais imponente com mais de uma porta, como era o caso da de Acrópole.

São construídos em mármore branco e cinzento, e talvez a parte mais estreita da Acrópole, onde uma multidão de turistas se junta em filas de entrada e saída, enquanto guardas tentam organizar o fluxo. Ali não é permitido parar para observar nem tirar fotos para não atrapalhar o funcionamento do local.

No mundo moderno foi copiado em diversas cidades da Europa ocidental, como a Porta de Brandemburgo, na Alemanha, por exemplo.

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· O templo da Atena Nike: construído na entrada da Acrópole, tinha a função de proteger a Acrópole de Atenas, sendo usado como posto de observação para possíveis invasões por sua posição estratégica no topo da colina. Foi construído para a deusa Nike, a deusa da vitória, representada de forma diferente - sem as bonitas asas que Atena, a deusa da sabedoria, ostenta - num formato de templo com um altar.

Foi destruído em 480 a.C. e reconstruído em 421 a.C. Em 1687 foi novamente destruído pelos turcos e restaurado em 1835. Passou por outra obra em 1940 e desde 2004 está em restauração e tem uma vista linda da cidade baixa!

· Erecton ou Erectéion: templo particular de estilo jônico em homenagem a Poseidon e Atena. Era o lugar mais sagrado da Acrópole por ser um templo de muitos deuses, de heróis e com túmulos de reis heróis da Atenas pré-histórica. Mas nada ali é original, infelizmente.

Segundo à mitologia, o templo tinha uma bela estátua em madeira da deusa, e que naquela casa vivia a serpente sagrada de Atena. É um dos templos mais bonitos, com suas belas colunas com formas femininas, chamadas de cariátides.

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· Partenón: é a grande estrela da Acrópole e encontra-se no ponto mais alto da cidade alta e chama atenção por suas proporções harmônicas. A palavra Partenón quer dizer câmara da deusa Atena Parthenos. O Partenon é o principal templo dedicado à deusa Atena, construído todo em mármore, com 69,51 m de comprimento por 30,68 m de largura.

O templo antigo foi destruído pelos persas em 480 a.C, já o templo novo foi construído entre 449 e 438 a.C e destruído novamente. Hoje há apenas pedaços que sobraram dos grandiosos desenhos dos frontões e frisos laterais, cada um com uma história, o restante das peças se encontra no Museu da Acrópole. 

No friso exterior eram representadas quatro lendas bélicas – a luta dos Centauros contra os Lápitas, a luta dos gregos contra as Amazonas, a tomada de Tróia e a luta dos Deuses contra Gigantes. No frontão leste era representado o nascimento de Atena, saindo da cabeça de Zeus, e no frontão oeste, a disputa da Ática por Atena e Poseidon.

O templo é resultado da criação de todo um povo, de uma civilização onde muitas gerações trabalharam por muitos séculos para deixarem um exemplo de do seu espírito, o templo da deusa Atena e é uma pena que tenha sofrido tanto ao longo do tempo.

Foi saqueado por muitos povos, e seriamente danificado em 1687, graças à uma explosão de pólvora, quando era usado pelos turcos como paiol durante a invasão dos venezianos. Mas apesar de tudo, o lugar ainda é mais que impressionante!

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Dica 7: Se atente aos detalhes


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Acredito que nesse tipo de passeio não h;a nada mais importante do que prestar atenção nos detalhes. Afinal, o básico todo mundo vai ver igualmente, o que vai diferenciar a sua visita dos outros é o nível de atenção aos detalhes.

Eu, por exemplo, gosto de tocar nos materiais para senti-los quando possível. Acredito que os 5 sentidos sempre devem estar presente numa experiência real. Qual o cheio do que você está vendo? E a textura?

Além disso, gosto de identificar elementos da natureza mesmo em locais urbanos. A Acrópole não possui tanta natureza na parte de dentro, mas é possível encontrar algumas árvores, além de uma vista para o lado de fora com bastante verde. Na entrada é possível encontrar flores rosadas.

Talvez você só tenha prestado atenção nos monumentos e esquecido a natureza ao redor, que ajuda a compor a sua experiência no destino. Olhe para o que você quer ver que você verá.

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Dica 8: Não perca a vista da Acrópole à noite!

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Como já disse antes, a Acrópole é a cidade alta, e por isso é possível vê-la de diversos pontos da cidade de Atenas. Minha sugestão é que além de vê-la de dia, você também a veja de noite, de algum ponto estratégico.

Para unir o útil ao agradável, recomendo escolher algum restaurante ou rooftop e fazer um brinde com a Acrópole iluminada de fundo. Passeio super romântico e agradável para uma noite na cidade. Indico o restaurante Hytra, e os rooftops A for Athens para clima intimista ou 360 para badalação.

Curtiu as dicas de hoje?

Beijocas,
Mandzy.

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ATENAS: SUPER GUIA DE VIAGEM

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A cidade de Atenas, além de capital da Grécia, é um dos maiores pontos da história ocidental que ainda monumentos, esculturas e outras relíquias que datam do período V a.C - cerca de 500 anos antes de Cristo!

Visitar Atenas é muito enriquecedor, e também pode ser bastante prazeroso caso você tenha as dicas certas. Passei dois dias na cidade e consegui separar algumas boas dicas para vocês aqui nesse super guia! Preparada?

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Todo mundo diz que dá pra conhecer Atenas em dois dias. E esse realmente foi o tempo que eu tive lá, mas também sou super a favor de separar mais tempo para conhecer mais a fundo o alto número de atrações da cidade com tanta história por trás. Por esse motivo tenho muita vontade de retornar à Atenas com mais calma e explorar mais da gastronomia e história do local.

Atenas é uma cidade grande, com trânsito no horário de rush e problemas como muitas cidades grandes do mundo, mas ao mesmo tempo ela tem uma vibe muito interessante, pois não pára. Tem restaurantes e bares abertos a noite toda, ruelas super charmosas, diversos museus escondidos…Isso tudo faz dela uma cidade bastante intensa.

Aproveite ao máximo sua estadia em Atenas!

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Tour

Free Walking Tour: recomendo fortemente caso você tenha entre 3 e 5 dias na cidade. Dessa forma você consegue ter um overview da cidade e captar bastante informação histórica, cultural e geográfica da cidade em cerca de 3 horas. Se você tem apenas dois dias, como eu, acaba ficando muito corrido para fazer o tour e ainda entrar nos pontos turísticos.

Pontos Turísticos

Templo de Zeus: construído entre os séculos V a.C. e I a.C. pelo imperador romano Adriano, o templo sofreu muito com o passar do tempo. Muitas das pilastras em mármore foram roubadas e tiveram que ser substituídas. Das 104 colunas, apenas 15 permanecem em pé. Ao longo do tempo se tornou um dos maiores e mais imponentes templos da cidade e só por isso já vale a visita.

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Arco de Adriano: fica em frente à entrada do Templo de Zeus Olímpico, representando a divisão da antiga Atenas para a Atenas do imperador romano Adriano. Se você for ao Templo de Zeus, inevitavelmente vai passar por ele e poderá enxergar a Acrópolis de um novo ângulo: de dentro do arco!

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• Estádio Panatenaico: pertinho dessas outras atrações está um dos mais antigos estádios do mundo com capacidade para até 50 mil pessoas. Confesso que não fui, mas quando olhei as fotos me arrependi imediatamente! Ele também data do século V a.C., apesar de ter passado por renovações assim como outros pontos de Atenas.

Importante! É possível comprar o ingresso combinado que dá direito à visita à Acrópole e algumas outras atrações na entrada do Templo de Zeus ou na entrada da Acrópole. Você pode preferir visitar o Templo de Zeus que não tem tanta fila e garantir os ingressos ou então chegar bem cedo na Acrópole pata não pegar uma fila gigante.

 Museu da Acrópole: construído apenas em 2009 todo em vidro, o museu conta a história da Acrópole de forma bem interativa e interessante. Dá para passar um dia inteiro lá tentando entender cada detalhe, e aproveitando para almoçar lá dentro mesmo, no restaurante com vista privilegiada para a Acrópole!

Fica de olho porque ele não abre às segundas!

Acrópole: o ponto turístico mais importante e cartão postal de Atenas que significa “cidade alta”. Fica a 150m acima do nível do mar e abriga os principais templos e teatros construídos a partir do século V a.C. É lá que está o templo mais importante de Atenas, o Partenon, na parte mais alta, e consequentemente mais próxima do céu.

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• Ágoras: Na antiguidade, existiram duas Ágoras na capital grega: a Ágora de Atenas e a Ágora Romana. Eram espaços abertos que com construções importantes da vida política e social da cidade. As duas ficam no famoso bairro de Plaka, bem próximas uma da outra.

A Ágora de Atenas era o centro da cidade, local importante para debates e tomadas de decisões que envolviam política, religião e até peças de teatro e competições esportivas. Já a Ágora Romana serviu de local onde os atenienses discutiam assuntos relativos à cidade, como leis, obras públicas, entre outros.

A Ágora de Atenas data do século VI a.C. vale a visita tanto por sua relevância histórica quanto por abrigar ol templo de Hefesto, que é o templo mais bem conservado da antiguidade grega. Além disso, a Ágora Antiga ainda possui uma linda vista da Acrópole, um museu e uma igrejinha bizantina, que vale uma visita para ver seus afrescos.

A Ágora Romanadiferentemente da Ágora Antiga, foi construída entre 19 a. C. e 11 a. C., durante o período de domínio dos Romanos, pelo imperador romano Augustus e mais tarde ampliada por Adriano. Nessa época, o centro político da cidade passou da Ágora Antiga para lá, e a Ágora Romana passou a ser o local então onde os atenienses discutiam e votavam questões relevantes para a sociedade.

Se você for à Ágora Romana não deixe de observar a Torre dos Ventos, uma torre de mármore octogonal, considerada a primeira estação meteorológica do mundo. A estrutura construída por volta de 50 a.C., conta comi uma combinação de relógios de sol e água e uma ventoinha.

• Monte Licabeto: é o ponto mais alto de Atenas, a 277 metros acima do nível do mar. Turistas podem pegar um funicular a partir do bairro de Kolonaki até o alto do monte. Lá em cima, allém dos mirantes com vista, existem alguns restaurantes e uma capela. Para chegar de de metrô, as estações mais próximas do Funicular Licabeto são Evangelismos e Panepistimio.

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Bairros

Plaka: o bairro mais cool de Atenas, merece um momento de atenção. Entre em todas as lojinhas fofas, prove o tradicional gyros grego, pare para um café e aproveite todo o charme desse bairro.

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Monastiraki: vizinho a Plaka, esse é um dos distritos comerciais mais famosos da antiga Atenas e bomba tanto de dia quanto de noite. A Praça Monastiraki é uma das mais animadas da capital grega, onde fica a estação de metrô de mesmo nome e diversas lojas e restaurantes. O nome desse bairro se dá por conta de um antigo mosteiro que havia no lugar.

Algumas das principais atrações são o Mercado das Pulgas, a Mesquita Tzistarakis onde hoje funciona o Museu Grego de Arte Popular, a Biblioteca de Adriano e Ágora Romana. Mas o melhor de Monastiraki é andar sem rumo pelas ruas de comércio popular, observar o artesanato local, e curtir a gastronomia, principalmente na Rua Adrianou.

• Kerameikos: bairro super cool e bem frequentado pelos jovens à noite com muitos bares. pubs e restaurantes, vários deles com narguilés nas mesas e DJs tocando. Caso você tenha tempo, sugiro a visita. Dá para chegar facilmente de metrô na estação de mesmo nome!

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• Kolonaki: o bairro nobre de Atenas. Quem gosta de sair do centro vai adorar conhecer essa área!

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O que comer


Minha primeira dica para quem visita Atenas é: não deixe de experimentar os pratos locais!

Você sabia que apesar de Atenas ser uma cidade super turística, os preços não são tão altos quanto os preços dos restaurantes na Ilha, além da enorme diversidade de lugares tanto para almoçar, quanto para jantar ou apenas tomar alguns drinks.

Alguns pratos tradicionais da cozinha grega sofrem influência turca, outros não. Você pode e deve provar:

• Moussaka: é uma espécie de lasanha com berinjelas, sem massa. Leva carne de cordeiro, molho branco e outras iguarias e é considerado um dos pratos mais famosos da Grécia!

• Iogurte Grego: aparece em diversos pratos nos cardápios dos restaurantes, e é usado inclusive junto à pratos salgados, além de sobremesas. Também experimentei na forma de sorvete e adorei!

• Souvlaki e gyros: são relativamente parecidos e muito baratos por lá. Vale super a pena experimentar, e se você curtir pode até economizar comendo gyros todos os dias!

Salada Grega: acompanhada de queijo feta, por favor! Pode ser feita com figo, pepino, azeitonas…

Queijo Feta: por si só como entradinha, com azeite de oliva local e orégano. Incrível!

Pão Pita com molho Tzatziki: essa era outra entrada que eu adorava nos restaurantes. Esse molho é super refrescante, perfeito para a hora do almoço com aquele sol de 40 graus durante o verão.


Onde comer


Plaka e Monastiraki são os bairros onde você mais vai encontrar opções. Mas é claro que em toda a cidade há cafés com comidas tradicionais.

Gods’ Restaurant: na rua em frente à estação da Acrópole, há vários restaurantes interessantes para um brunch antes da visita ou memso para late lunch após a visita ao maior ponto turístico de Atenas.

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Escolhemos visitá-lo pela manhã, e saímos bem na hora da fome apertar. Passamos por alguns restaurantes, mas o Gods foi o que mais nos chamou atenção. E não nos arrependemos: os pratos estavam deliciosos e o atendimento foi excepcional!

360: rooftop que é super badalado desde um happy hour até um jantar romântico mais tarde da noite. Tem um tamanho razoavelmente grande, então possui essa característica mais festiva e animada. Perto dali é possível encontrar outros rooftops mais calmos.

A For Athens: esse foi o rooftop que escolhemos para passar nossa primeira noite na cidade, num clima mais intimista. Subimos para conhecer e achamos bastante agradável então decidimos ficar para alguns drinks mesmo cansadas da viagem. A vista da Acrópolis toda iluminada à noite é algo indescritível, então não queríamos mais sair dali!

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• Hytra: possui diversas opções de menu degustação e vale a ida para os amantes da alta gastronomia. De lá também é possível ter uma vista linda para a Acrópole de todas as mesas do terraço. O restaurante inclusive ostenta uma estrela Michelin, então reserve sua ida com antecedência.

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• De avião: chegamos no aeroporto internacional de Atenas com bastante bagagem e depois de 20 horas voando desde o Brasil (ufa!), por isso resolvemos tomar um taxi no aeroporto que custava 38 euros até o Centro, e consequentemente até o hostel. Mas o metrô na cidade funciona muito bem, e caso você queira economizar, em cerca de 45 minutos você faz o mesmo trajeto, saindo de dentro do aeroporto por cerca de 8 euros.

De ferry: se você resolver começar sua viagem pelas ilhas da Grécia como Mykonos e Santorini, e depois sair do país de Atenas, você também tem a opção de tomar um ferry para Atenas, chegando em um dos dois portos: Pireu (Piraeus) ou Rafina, que fica mais próximo do aeroporto, porém mais longe da cidade!

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Metrô: há várias formas de se locomover em Atenas, e como eu disse o metrô é uma delas. Mas tenha atenção, porque pode ser um pouco confuso comprar os tickets, então minha dica é pedir ajuda de alguém que fale inglês na estação. Foi assim que conseguimos entender como inserir as moedas e retirar o bilhete duplo para chegar às estações corretas.

• Patinete: a febre dos patinetes também chegou à Atenas, e há algumas empresas que oferecem o serviço de aluguel, basta você encontrá-los na rua e seguir o passo a passo descrito. Não recomendo para longas distâncias.

• Táxi: não acho a opção ideal por ser bem mais caro e não ser tão confortável. Muitos carros são antigos, não possuem ar condicionado, alguns dos motoristas não falam inglês e não fazem corridas por taxímetro, apenas por preços fechados, principalmente nas áreas turísticas. Ainda tem a questão da bandeira 2, então tem que ficar ligada!

• Ônibus: sinceramente? não recomendaria. O metrô parece mesmo ser o melhor transporte público, e ainda te livra do trânsito de cidade grande que existe em Atenas.

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Hostel Bed Station: é um ótimo hostel para quem procura dormir com tranquilidade, mas curtir a cidade dia e noite. Localizado a 50 metros da estação de metrô Kerameikos, você encontra diversos bares, restaurantes e lojas de conveniência nos entornos do hostel. Além disso, achei as instalações limpas e confortáveis, e amei o atendimento na recepção. Super indico para quem não pretende gastar mais de 20 euros numa noite!

Faça a sua reserva pelo Booking aqui!

Hotel Royal Olympic: se você busca uma ótima localização aliada ao luxo de um hotel 5 estrelas, essa é a melhor opção para você. A poucos passos da Acrópolis e em frente ao Templo de Zeus, o hotel conta com uma piscina ao ar livre para refrescar nos dias quentes de verão, além de uma academia para quem quer manter o ritmo!

Ainda há um bar e restaurante na cobertura chamado Ioannis com vista panorâmica para a Acrópole e para o Monte Lycabettus.

Faça a sua reserva pelo Booking aqui!

Para qualquer outra dica, deixe sua mensagem nos comentários!

Beijocas,
Mandzy.

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GRÉCIA: INFOS, ROTEIROS & DICAS

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Como eu já comentei aqui no blog antes, a Grécia deve ser um sonho de qualquer viajante, seja ele jovem ou não. Apesar de estar passando por uma longa crise desde 2009, o país recebe a cada ano mais e mais turistas interessados em conhecer a história local, as ilhas paradisíacas e, claro, as festas de Mykonos!

Se você quer saber um pouco mais sobre a Grécia e montar o seu roteiro de viagem, vem comigo que eu vou te mostrar o melhor que o país tem a oferecer!

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Infos

A Grécia é um país do Sudeste Europeu que tem como capital e berço da civilização ocidental Atenas. Possui um território de 131.957 km² com milhares de ilhas espalhadas por dois mares: o Egeu ao Leste e o Jônico ao Oeste. Localizado na extremidade sul dos Bálcãs, na península do Peloponeso, a Grécia está separada do continente pelo canal de Corinto e faz fronteira com Turquia, Albânia, Bulgária e Macedônia. Você pode facilmente incluir um desses países no seu roteiro junto à Grécia!

O clima mediterrâneo do país é marcado por verões quentes, secos e suaves e inverno chuvoso. Suas principais atividades estão voltadas para turismo, comércio e serviços, e a população chega a 11.300.000 de habitantes. A língua falada é o grego, mas a maioria das pessoas fala inglês nos pontos turísticos, o que não é uma barreira para visitar o país!

A história conta que a Grécia começou a ser habitada entre 3.000 e 2.000 a.C., mas o período de apogeu da cultura grega foi no século 5 a.C., quando o Parthenon de Atenas foi erguido. Alexandre, o Grande, foi uma grande figura, e ajudou na expansão da cultura grega pela Pérsia, Índia, Egito e todo o Mediterrâneo. A independência do país como conhecemos hoje aconteceu só no ano de 1829!

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Roteiros

O seu roteiro pela Grécia vai depender da quantidade de dias de viagem que você tem. Atenas é uma cidade imperdível, que considero um investimento para a sua cultura, que você não pode deixar de visitar. A boa notícia é que ficando entre 1 e 2 noites você já consegue conhecer bastante a capital da Grécia!

Roteiro de 5 noites:
• 2 noites em Atenas
• 3 noites em Mykonos

Com esse roteiro você já consegue ter uma visão geral da parte histórica e de uma das principais ilhas do país, que oferece diversas atividades para a galera! Outras ilhas são mais calmas e tranquilas, e eu indico caso você tenha mais tempo no país!

Roteiro de 7 noites:
• 2 noites em Atenas
• 3 noites em Mykonos
• 2 noites em Santorini


Além das noites em Atenas e Mykonos, eu acrescentaria 2 noites em Santorini, outra ilha super turística, e bem romântica para casais. O pôr do sol de Santorini é um dos mais famosos do mundo com vista para o mar Egeu, além da Igreja Ortodoxa, que você precisa conhecer!

Roteiro de 10 noites:
• 2 noites em Atenas
• 3 noites em Mykonos
• 3 noites em Santorini
• 2 noites em Creta

A Ilha de Creta é conhecida como “pequena Veneza” e também vale a visita. Se você incluir essa ilha no roteiro, não perca as Ruínas de Cnossos!

Roteiro de 15 noites:
• 3 noites em Atenas
• 4 noites em Mykonos
• 3 noites em Santorini
• 2 noites em Creta
• 3 noites entre Naxos, Ios, Milos e Zakinthos

As outras ilhas menores como Naxos, Ios, Milos e Zakinthos são bastante procuradas por pessoas que buscam maior tranquilidade ou fugir do óbvio e curtir muitas praias lindas.

Lembrando que minhas ideias de roteiro são focadas em iniciantes. Se você já conhece Atenas e Mykonos, por exemplo, pode explorar muito mais as outras ilhas e curtir períodos de mais calmaria. Agora, visitar a Grécia sem ir à Atenas é como ir à Roma e não ver o papa, certo?

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Dicas

• A moeda local é o Euro, que torna a viagem um pouco mais cara do que passear pela Croácia, por exemplo, onde a moeda é a Kuna. Se prepare com o planejamento de gastos para não faltar dinheiro. Em algumas das ilhas pode ser mais difícil usar cartão de crédito ou até mesmo sacar dinheiro!

• Não deixe de experimentar a apetitosa culinária da península e suas ilhas, que vai da clássica salada horiatiki acompanhada de pães pita com molho Tzatziki, a incríveis pratos com frutos do mar e os sanduíches ou gyros. Tudo com azeite de olivas local, é claro! Experimente também os vinhos da região e o licor grego Mastiha para fechar a refeição!

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• Não há voos diretos do Brasil para a Grécia. É preciso fazer uma conexão em alguma capital da Europa, por isso sugiro sempre fazer uma parada mais longa e aproveitar para conhecer outro país. Eu fui via Madrid, mas você também pode ir via Paris, Londres, Milão, Lisboa, Amsterdã e Zurique, por exemplo! Escolha o que se enquadra melhor no seu estilo de viagem e também no seu bolso!

• Compre múltiplos destinos! Já fiz um post sobre como incluir a Grécia no seu roteiro da Europa usando múltiplos destinos aqui. Não deixe de ler!

• Em Atenas, o aeroporto internacional de Elefetherios Venizelos fica a 27 quilômetros de distância do centro. A vantagem é que possui uma estação de metrô dentro do aeroporto, e caso você tenha pouca bagagem, pode fazer uma viagem mais em conta. O bilhete custa € 6 e leva até o porto de Pireu, a 11 quilômetros do Centro. De ônibus, o percurso sai por € 3,20. De táxi, a corrida custa € 40 em média.

Eu e minha amiga dividimos um taxi de 38 euros, porque estávamos vindo de uma viagem de 20 horas de duração, com malas pesadas, então não compensava pegar o metrô. Mas ainda assim o taxi era bem acabado, não tinha ar condicionado e o motorista fumava.

Caso você queira um maior conforto, indico reservar um carro. Lá eles tem um serviço de motorista em carros pretos grandes, tipo mini vans, que são mais caras, porém a forma mais agradável de se locomover.

E não esqueça de tomar cuidado com os golpes de mudar a bandeira do taxímetro no meio da viagem para cobrar mais caro que alguns motoristas aplicam - sim, na Grécia também tem disso!

• Viajar de avião é uma opção interessante para quem quer visitar as ilhas e tem pouco tempo, já que as distâncias entre elas costumam ser grandes para fazer de ferry. Atenas a Mykonos pode durar 5 horas, por exemplo. As companhias aéreas para voos domésticos são: Olympic Airlines, Aegean Airlines e Sky Express. Caso você decida tudo de última hora, a melhor opção realmente é o ferry.

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• No geral, o inverno é ameno e o verão, quente e seco, com temperaturas altas — em Atenas, elas podem ultrapassar os 40 graus - eu posso comprovar isso! O frio do inverno só é encontrado nas áreas mais montanhosas ou as mais afastadas do mar. Aliás, a neve é comum nas montanhas mais altas, onde há inclusive pistas de esqui. Você sabia?

• Os meses de julho e agosto são os mais movimentados, o que faz subir os preços de hospedagem, transporte e alimentação. A vantagem é que os transportes aéreos e marítimo aumentam a frequência, mas fica mais difícil encontrar acomodação. Mesmo em Julho, achei as praias de Mykonos bem vazias, mas é, de fato arriscado. Para quem gosta de praias sem multidão, o melhor período é de abril a junho e nos meses de setembro e outubro.

• Brasileiros não precisam de visto para entrar na Grécia! UHUL!

Ficou faltando alguma informação? Deixa aqui nos comentários.

Beijocas,
Mandzy.

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