Por que o meu primeiro mergulho do ano foi tão importante

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Churrasco com os amigos, feijoada de aniversário do namorado, noite de massa em casa com a família, pizza no restaurante e por aí vai. O ano começou bem agitado, cheio de compromissos os quais eu não poderia faltar, e pior: com muita comida pesada.

Como meu organismo não está acostumado com tanta comilança, o resultado da primeira semana do ano você já consegue imaginar, né? Não teria como ter sido diferente. No dia 06 de Janeiro comecei a passar mal.

Se você se identificou com essa situação, não deixe de ler esse post até o final, onde conto como eu me curei de uma forma bem simples!

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Atendendo às expectativas dos outros


É lógico que começar o ano ao lado da família e dos amigos é o nosso grande ideal. Matar as saudades, comemorar com brindes, dar muitas risadas e abraços…O problema é que junto com isso vem um sentimento de obrigação em atender às expectativas alheias.

O Natal e o Réveillon já trazem por si só uma grande carga de alimentação. Os primeiros dias do ano deveriam ser de detox, não?

Pois bem, parece que ninguém pensa assim. Comparecer ao churrasco e não comer a carne se torna uma ofensa. Pular a feijoada feita com tanto carinho? Nem pensar! Temos que engolir tudo, querendo ou não.

Mesmo comendo em pequenas porções, que é o que sempre tento fazer, o organismo parece acumular toda a gordura de forma que um pequeno grão de farofa já faz mal…

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Saindo fora dessa


Assim que tive a oportunidade pular fora, viajando sozinha para a casa de praia da família no Espírito Santo, eu fui! Dia 06 de Janeiro foi o dia que peguei uma carona de carro com meu tio em busca da minha cura gastro-intestinal. Lá eu sabia que poderia escolher tudo que quisesse comer na rua, e melhor ainda, cozinhar minhas refeições como eu quisesse.

Acontece que antes de chegar sofri por algumas horas durante a viagem de carro. Como a viagem é longa (cerca de 7 horas de duração) e algumas partes da estrada são recheadas de curvas e quebra-molas, toda a comida acumulada dos últimos dias resolveu sair de mim.

Vomitei umas 5 vezes ao longo do caminho. A cada vez que vomitava me sentia melhor. Depois de tanto vomitar, comecei a sentir um frio muito intenso, e não era aquele frio por conta do ar condicionado forte, era um frio interno. FEBRE, com certeza.

Observação: é tão estranho estar expondo essa situação aqui, mas eu tenho um objetivo maior com tudo isso. Rs!

Chegando em Iriri, coloquei o termômetro que marcava 38 graus, tomei um banho para tirar a sensação de mal estar e apaguei. Dormi mais de 10 horas seguidas até acordar me sentindo melhor.

E quando acordei, adivinha qual foi a primeira coisa que fiz?

Meu mergulho de cura


Coloquei um biquíni e saí sem comer nada. Nesse momento não aguentava ver comida na minha frente.

Como a casa fica bem próxima da praia, andei um quarteirão, deixei minha canga e meu chinelo na areia e me joguei naquele mar lisinho de Iriri. Um mar sem ondas, que não iria me deixar enjoada, e sim me curar.

Portanto o meu primeiro mergulho do ano significou mais do que renovar as energias. Significou mais do que deixar para trás o que passou. Significou reviver, porque até então estava me sentindo sem vida, sem poder de escolha, sem cuidados com o meu corpo. Apenas sobrevivendo.

Esse simples mergulho, então, significou um ponto de virada.

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O que mudou


Depois de sair do mar com os cabelos molhados e aquele vento no rosto, eu entendi que aquilo era um recomeço. Que novos ventos estavam soprando na minha direção, e com eles muito poder de escolher ser quem eu quiser, sem necessariamente viver agradando os outros e me destruindo por dentro.

Tomei um belo de um banho no chuveirão da casa, troquei de biquíni, descansei mais um pouco e voltei à praia para assistir ao por do sol, que por sinal foi incrível. Era tudo que eu queria. Me sentir em paz comigo mesma, sem ter que cumprir nenhum compromisso social.

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A verdade é que eu estava exausta. 8 horas por noite não eram o suficiente para me recuperar de tantos encontros, festas e social. Estava tentendo desde o fim do ano tirar um dia que fosse para descansar, passar um dia sozinha comigo mesma. Mas não consegui.

Tanta carga acumulou em mim, desde assuntos profissionais que tive que resolver, decisões a tomar, traçar novos rumos e objetivos para o meu negócio pessoal… nesses momentos da vida, o tempo de descanso se torna ainda mais importante.

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Meus objetivos para essa nova fase incluem: saber dizer não, cuidar do meu corpo pois ele é o meu templo e treinar a mente para tentar compreender ao máximo coisas ruins que venham a acontecer.

Tudo acontece por um motivo, e agora eu tenho a certeza que precisei passar por isso para aprender a cuidar mais de mim. Espero conseguir usar esse tempo aqui para fazer uma super dieta detox e aos poucos me sentir cada vez melhor.

E dessa forma, me guiar para que 2020 seja um ano de muito amor próprio e que o cuidado com a saúde venha em primeiro lugar.

Se você se identificou com o post, comenta aqui o que te fez chegar aqui e como anda sua relação com a alimentação e com seu corpo. Vou adorar saber! :)

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Beijocas,
Mandzy.

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